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Sugestão (by tagarelices ao vento)

por Tagarelices ao Vento, em 29.11.13

 

 

 

http://musicabebespapas.blogspot.pt/

 

 

Levei a minha filhota á sessão de Novembro e ela adorou...... aconselho os papás a irem com filhotes (a quem for do distrito do porto).

 

Mónica

publicado às 18:02

Angústia de mãe (by Tagarelices ao vento)

por Tagarelices ao Vento, em 27.11.13

Como já sabem tenho uma menina que já completou os 11 meses. Sempre dormiu muito bem. Eu deitava-a por volta das 8:30 e ela dormia até ás 7:30 da manhã. Por volta da meia noite eu dou-lhe o leite e ela continua a dormir. Á cerca de 2 semanas começou a acordar durante a noite mas a chorar em altos berros e quando a tento acalmar parece que ainda ficar pior. O que tem acontecido é que tenho que a pegar ao colo, encostá-la a mim e embala-la durante uma hora para ela acalmar e adormecer novamente. Agora sempre que a deito já vou angustiada pensando que ela me vai acordar de noite e fico preocupada pois não entendo os motivos. Será que são sonhos, ou seja pesadelos que ela tem? Dores não me parecem que seja, mas já não sei se é normal acontecer isto......

 

Mónica

 

 

publicado às 11:38

Zombies

por Anabela, em 26.11.13

Apesar de eu ter um rapaz, sempre gostei de observar os brinquedos para as meninas, pois sempre os achei mais bonitos que os dos meninos. As bonecas barbies, as princesas, os nenucos, tudo isso. Mas há dias encontrei algo que me desiludiu completamente: as princesas zombies. Até pensei: " mas o que é isto!?" Quanto a mim  estragaram a beleza toda dos contos de fadas, da magia, dos sonhos. Eu já mais daria a uma criança uma coisas destas! Mas será que sou só eu a estranhar tanto, isto!?

 

E mesmo assim, nesta imagem, até estão beneficiadas, que as que eu vi...eram ainda mais horríveis!

publicado às 09:48

A fome nas escolas (by Raquel)

por Raquel, em 15.11.13

O texto que a seguir se segue não é da minha autoria, mas achei importante partilhar, para que todos nós possamos estar mais atentos e em estado de alerta. Porque acredito que casos como este, não são únicos, infelizmente, muitas das vezes até poderíamos ajudar o vizinho, mas não sabemos que está a necessitar da nossa ajuda.

E se fosse um filho nosso, como reagiriamos??

 

"O Diário do Professor Arnaldo - A fome nas escolas 

Ontem, uma mãe lavada em lágrimas veio ter comigo à porta da escola. 
Que não tinha um tostão em casa, ela e o marido estão desempregados e, até ao fim do mês, tem 2 litros de leite e meia dúzia de batatas para dar aos dois filhos. 
Acontece que o mais velho é meu aluno. Anda no 7.º ano, tem 12 anos mas, pela estrutura física, dir-se-ia que não tem mais de 10. 
Como é óbvio, fiquei chocado. 
Ainda lhe disse que não sou o Director de Turma do miúdo e que não podia fazer nada, a não ser alertar quem de direito, mas ela também não queria nada a não ser desabafar. 
De vez em quando, dão-lhe dois ou três pães na padaria lá da beira, que ela distribui conforme pode para que os miúdos não vão de estômago vazio para a escola. 
Quando está completamente desesperada, como nos últimos dias, ganha coragem e recorre à instituição daqui da vila – oferecem refeições quentes aos mais necessitados. De resto, não conta a ninguém a situação em que vive, nem mesmo aos vizinhos, porque tem vergonha. 
Se existe pobreza envergonhada, aqui está ela em toda a sua plenitude. 
Sabe que pode contar com a escola. 
Os miúdos têm ambos Escalão A, porque o desemprego já se prolonga há mais de um ano (quem quer duas pessoas com 45 anos de idade e habilitações ao nível da 4ª classe?). 
Dão-lhes o pequeno-almoço na escola e dão-lhes o almoço e o lanche. 
O pior é à noite e sobretudo ao fim-de-semana. Quantas vezes aquelas duas crianças foram para a cama com meio copo de leite no estômago, misturado com o sal das suas lágrimas…Sem saber o que dizer, segurei-a pela mão e meti-lhe 10 euros no bolso. 
Começou por recusar, mas aceitou emocionada. 
Despediu-se a chorar, dizendo que tinha vindo ter comigo apenas por causa da mensagem que eu enviara na caderneta. Onde eu dizia, de forma dura, que «o seu educando não está minimamente concentrado nas aulas e, não raras vezes, deita a cabeça no tampo da mesma como se estivesse a dormir».
Aí, já não respondi. Senti-me culpado. Muito culpado por nunca ter reparado nesta situação dramática. 
Mas com 8 turmas e quase 200 alunos, como podia ter reparado? 

É este o Portugal de sucesso dos nossos governantes. 
É este o Portugal dos nossos filhos. 

CIRCULAR PELOS AMIGOS E CONHECIDOS, COMENTAR, BARAFUSTAR, SÃO ACÇÕES QUE NADA PODERÃO FAZER PARA REPOR OS VALORES DESTE PAÍS. É NECESSÁRIO FAZER MAIS... MUITO MAIS!"

publicado às 07:39

Desejos de criança (by Raquel)

por Raquel, em 09.11.13

"- Mãe, quando posso ir ver o avô Serafim ao hospital? Já tenho saudades dele." - dizia-me ontem a minha filha enquanto eu lhe preparava o pequeno-almoço.

"- No fim de semana já o vês, pode ser?" - perguntei-lhe eu.

"- Sabes mãe, há dias quando fiz anos pedi um desejo quando trinquei a vela do meu bolo e sabes o que pedi??"

"- Não, o que foi que pedis-te?" - perguntei eu curiosa.

"- Pedi que o avô ficasse bem e viesse para casa." - dizia-me ela.

Confesso que senti uma lágrima no canto do olho ao ouvir isto.

"- O avô quando estiver melhor virá para casa, mas agora tem que ficar no hospital mais uns dias para que os médicos e enfermeiros possam pô-lo bom." - explicava-lhe eu.

"- Pois, mas nós quando fossemos lá vê-lo, podia-mos trazê-lo para casa e eu cuidava dele, eu já tenho sete anos." - continuava ela.

"- Claro que tu já estás crecida, mas o avô precisa de fazer exames, precisa de outros cuidados que nós aqui em casa não lhe podemos dar. - tentava eu explicar-lhe da melhor forma possível para que ela entendesse o porquê do avô ainda ter que continuar no hospital.

"- Mãe, eu quero mesmo muito que ele fique bom e que venha para casa. Quando vier, vou dar-lhe a minha mão e devagarinho trago-o para aqui para que ele possa arranjar a minha trotinete, porque o pai ainda não a arranjou e o avô Serafim como tem muitas ferramentas compõe melhor.

É incrível o diálogo com uma criança, por vezes ouvimos coisas que nunca pensariamos ouvir, a inocência delas misturada com a ternura, dão em diálogos como este.

 

publicado às 15:17



Página Vida de Mãe




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